Água mole em pedra dura...

2006-07-01

Bifes ... bem passados

Do we like the Portuguese?
By John Lichfield
We like the Portuguese. We do. It is just we can't remember why we do. They are, we are told, our oldest ally, although no one can remember why or for how long. We like Portuguese wine, such as vihno verde and port. But no one can remember whether port should be passed to the left or right. Or what VSOP means.
We like their beaches and golf courses in the Algarve. We know Lisbon is one of the world's most beautiful cities but can't remember the name of a single street. We like the fact Portugal stopped being fascist, using carnations instead of guns but we can't remember when. (It was 1974).
We love the Portuguese, mostly because they are not Spanish. Or French. Or German. Or ...

John Lichfield is the Paris Correspondent for The Independent

2006-06-27

TIMOR, ALGUMAS VERDADES

Um abraço de Timor



Lélio





TIMOR

Algumas verdades!





Pois é meus amigos, ainda "há mais vida" para além do Mundial de futebol, ainda há Timor...


As coisas vão-se esclarecendo:
1 - Uma linha de força é dizerem mal do Alkatiri. Mesmo entre os jornalistas com mais pruridos, fica bem dizer que no mínimo Alkatiri não teve jeito, não soube lidar com a situação e não tem apoio popular...
Pois bem, de uma forma directa: Alkatiri é culpado de ter negociado as questões do petróleo sem corrupção, sem tirar nenhum proveito pessoal, apenas a pensar no seu povo. É culpado de ter defendido o mar de Timor e o governo da Austrália não gostou. É culpado de ter feito um concurso público para a concessão das explorações petrolíferas (que foi elogiado pelo Banco Mundial... pasme-se!) mas esse concurso não atribuiu nenhuma concessão às companhias petrolíferas australianas e estas não gostaram...
Em 2005, durante semanas houve manifestações organizadas pelos católicos, com apoio do bispo de Dili, contra o Alkatiri, foram no máximo 5.000 pessoas. Nessa altura também se disse "Abaixo Alkatiri" e também se perguntou onde estava o apoio ao Governo e à Fretilin e ao Alkatiri.
Quando acabaram essas manifestações realizou-se um comício da Fretilin (em 20 de Maio de 2005 - há fotos) de apoio ao Governo e a Alkatiri. QUANTOS ERAM? 40.000. Porque não foi mais cedo? para evitar confrontos...

2 - a segunda questão é que a Austrália se assume como força ocupante! Não é novo, já o fez no passado nas Ilhas Fiji e há bem pouco tempo nas Ilhas Salomão, mas está lá tão longe da Europa que nem reparamos e as notícias dão o que dão... por exemplo ainda alguém se lembra da intervenção americana em Granada e alguém ouviu falar em eleições depois disso?
A Austrália sempre apoiou a ocupação pela Indonésia e com a Indonésia discutia a partilha do petróleo até... que tudo mudou...
A Austrália quer decidir o futuro de Timor, substituir o Governo e o Parlamento, suspender parte da Constituição, liderar todas as forças
militares dos diversos países que aí se encontram...
Já se sabe que as tropas Australianas protegem os chamados rebeldes...
Já se sabe que as tropas Australianas queriam pôr em respeitinho a GNR de Portugal...
Já se sabe que agora as tropas australianas invadiram uma casa onde estavam médicos... cubanos...
Já se sabe que querem um outro tipo de leis em Timor... A Austrália, mais a Inglaterra e os Estados Unidos têm um tipo de justiça diferente do resto do mundo (os juristas que expliquem), não têm o direito romano... e Timor seguiu os critérios da justiça internacional, fez a sua constituição, está a fazer os seus códigos, civil, penal, etc...mas não é à moda da Austrália, também por isso (mas não só) o governo australiano quer "substituir o aparelho judicial em Timor", os tribunais em Timor e juristas (que por acaso até estão lá em missão da ONU e são portugueses e brasileiros...e etc.)...
O Tribunal de Recurso e os outros Tribunais de Timor foram destruídos e vandalizados, o que não foi furtado foi destruído! E por exemplo foram roubados os PROCESSOS DOS CRIMES DE 1999 que ocorreram após o referendo! e a tropa australiana deixou ocorrrer esse saque e destruição... porquê? adivinhem!
Acho que a questão essencial que agora se decide é se as tropas internacionais vão ficar sob a direcção da ONU ou sob a direcção da tropa que já está no terreno, isto é, da Austrália - há uma grande diferença e uma profunda influência quanto ao futuro...
Antes de terminar quero ainda referir duas notas:
- o profundo apreço pelos portugueses que estão em Timor e que nenhum saíu voluntariamente! Mas queriam que saíssem; reparem que logo nos primeiros incidentes os Estados Unidos fizeram deslocar um avião para retirar os americanos e ofereceram lugares à embaixada portuguesa para saírem portugueses...depois eram as imagens dos australianos a sair... e os portugueses aguentaram bem. Parabéns para o pessoal que está por lá!
- os jornalistas estão a baralhar muitas notícias. Por exemplo, dizia o Público que alguns rebeldes tinham ocupado a fazenda Algarve "de Mário Carrascalão", bem a fazenda é do João Carrascalão ( a quem foi assassinado um filho em 1999, que está enterrado nessa herdade), o seu irmão Mário foi o último Governador pelos Indonésios, e os dois irmãos nem se falavam por esse motivo. Será por acaso essa confusão entre Mário e João? O João não é Fretilin mas tem cooperado com o Governo, por exemplo, foi nomeado Presidente do Comité Olímpico de Timor...

O texto vai longo, acho que vale a pena continuar a esclarecer e a denunciar o que se passa em Timor, se acharem que o texto vale alguma coisa, divulguem por favor

um abraço

2006-06-10

A "Sinistra"

Carta Aberta à Sr.ª Ministra da Educação





Esta carta, que será divulgada também na comunicação social, tem como objectivo contribuir para a reflexão acerca da Qualidade da Educação do nosso país.



Neste sentido, e ao invés de contestar ponto por ponto a sua proposta de alteração ao Estatuto da Carreira Docente, os docentes deste país ficam-se pelas suas consequências, o tal efeito prático que a Sr.ª Ministra prefere dissimular num jogo falacioso e perigoso, atirando-nos, pais e professores, uns contra os outros.



Embora tenha surgido como o maior engodo – o de chamar os pais à escola - da história da Educação deste país, na verdade, a avaliação dos Docentes pelos Pais e Encarregados de Educação, representa apenas uma ponta da ponta de um iceberg, uma linha de texto num documento de 54 páginas. Interessa apenas a quem se limita a promover manobras de diversão facilmente identificáveis, parecendo ignorar que nenhum professor sério irá temer se for avaliado de forma séria. É vergonhoso, até para nós que somos portugueses, verificar o calculismo e a facilidade com que a Sr.ª Ministra aborda a questão complexa, como é a de avaliar os desempenhos dos professores, sem o mínimo de profundidade, preferindo, sem olhar a meios, o populismo fácil e barroco.



Recorrendo a meras hipóteses, se o novo estatuto fosse, numa eventualidade pouco inteligente, aprovado, o docente teria um número fechado de vagas para Muito Bons e Excelentes. Assim, perguntamos nós: e se, num acaso, os professores de uma escola excederem o número premeditado de Excelentes? Escolher-se-iam os melhores dos melhores e passar-se-iam os outros para Muito Bom e os que tinham a dita nota para o Bom? Ou, numa outra eventualidade, rasurar-se-iam as notas, de forma a não se levantarem polémicas no seio de uma escola que se quer unida e sempre controlada?



Talvez se vislumbre uma resposta se se conhecerem melhor os dezasseis pontos em que o hipotético docente será avaliado, previsto no artigo 46º do hipotético novo estatuto:



.. o professor será avaliado pelos resultados escolares dos alunos. Explicar-nos-á a Sr.ª Ministra como pode um professor de uma má escola, e em muitas “má” será sempre um doce eufemismo, ter o mesmo nível de qualidade na sua avaliação de um colega seu numa boa escola? Será então que os professores têm as mesmas medidas e oportunidades de uma boa avaliação? Ou, por outro lado, bastará que se avalie positivamente os alunos, independentemente da realidade?



.. o professor será avaliado pelas taxas de abandono escolar? Certamente que no Ministério ainda andam à procura de uma resposta coerente a esta pergunta. Imaginemos que existe uma comunidade de etnia cigana numa escola ou que em determinada localidade, e não são assim tão poucas, os pais querem retirar os filhos da escola para que trabalhem com eles. Como pode o professor ser penalizado por uma situação como esta onde a responsabilidade não lhe cabe? Não se deveriam criar medidas coerentes para um mundo real? Neste caso como seria, então? Seriam penalizados todos os docentes daquela escola ou apenas daquela turma? Não será esta uma medida oportunista, em que se acusam os professores da incompetência, de um governo que não cria segundas verdadeiras opções para os jovens que abandonam o ensino ou que simplesmente querem mais? Não será esta medida economicista, visto que, deste modo, os professores ficam limitados na sua avaliação, o que prejudica seriamente a sua progressão e,

naturalmente, os impede de subir de escalão e vir a auferir um melhor salário?



.. apreciação do trabalho colaborativo do docente? O que significa exactamente trabalho colaborativo? E para colaborar com o quê? Ou com quem? Terá a Sr.ª Ministra intenção de instigar ao mau ambiente na sala de professores ou a de tornar menos transparentes algumas avaliações? Haverá aqui uma vontade de tornar ambíguo o que se quer simples e preciso? Talvez, na sua visão, “dividir para reinar” faça um sentido que não cabe nesta profissão!



.. apreciação realizada pelos pais e encarregados de educação. Consegue a Sr.ª Ministra avaliar com a exacta certeza uma pessoa que nunca viu e cuja imagem foi construída apenas por uma criança ou pelos comentários de outras? Serão todos os pais capazes de avaliar os professores através de quase nada? É essa a avaliação que pede aos professores, quando se trata de avaliar os seus alunos? Avaliar com pouco? Mas sempre num nível positivo, de forma a não transtornar os pais? A Sr.ª Ministra quer que nós acreditemos que uma avaliação realizada desta forma irá ser objectiva e transparente? Muito embora cada um dos pontos tenha um peso, que ainda não se conhece, tal questão parece-nos irremediavelmente condenada ao fracasso, pelo menos se observada de um ponto de vista sério e rigoroso.



.. avaliação através da observação de aulas? Quais são os critérios adoptados pela Sr.ª Ministra? Imaginemos que decorre a avaliação de dois docentes distintos em dois locais diversos. Cada um dos quais está a ser medido por um hipotético professor titular. Imaginemos que são duas escolas em meios diferentes. Encontra-se a Sr.ª Ministra capaz de nos assegurar que ambas as avaliações serão correctas ou que, sendo invertidos os lugares, os docentes manteriam a mesma qualificação ou quase? Nestas contas entram factores demasiado subjectivos. Numa mesma escola, o mesmo professor pode obter dois níveis diferentes, se for avaliado, por exemplo, por titulares de distintas sensibilidades. Suponhamos, por outro lado, que a aula corre mal, porque o professor está engripado ou porque os alunos vieram de uma visita de estudo. Será sério avaliar todo um ano escolar com três visitas à sala? Será sério fazer depender a progressão na carreira desta forma?



Os docentes passariam a ser avaliados em dezasseis pontos ou itens de classificação como lhe chama a Sr.ª Ministra. Destes, quinze são perfeitamente subjectivos, e um deles, o que respeita à assiduidade, o único preciso porque se trata de um número, a Sr.ª Ministra trata-o com a ligeireza que parece ser o seu maior dom.



A Sr.ª Ministra não se nega a coarctar aos docentes qualquer esperança, ainda que infeliz, de poderem assegurar o seu desempenho se caírem doentes numa cama. O professor passa, assim, a ser obrigado a cumprir 97% do seu serviço lectivo, se quiser progredir na carreira. À priori, esta medida parece ser finalmente a resposta aos pedidos dos pais e encarregados de educação dos nossos alunos. Será assim tão óbvia e tão simples esta leitura? Três por cento de faltas como máximo, representa cinco dias de faltas por ano? Explique-nos, por favor, a Sr.ª Ministra como justifica o facto de não poder estar doente. Fazemos notar que não falamos apenas de nós próprios, aqui também cabe a assistência à família. Repare a Sr.ª Ministra que os professores lidam com crianças, cerca de vinte e cinco por cada uma das cinco turma (em média, claro está), e que estas mesmas crianças adoecem e se constipam e nos constipam. E nós sabemos que às vezes mais vale ficar um dia em casa e recuperar a saúde

, do que prestar um mau serviço público. Os docentes têm um grande respeito pela sua profissão. Nenhum professor sério falta para ficar a dormir. Teremos que “contagiar” toda uma escola necessariamente, em nome da graduação profissional, uma vez que só serão devidamente justificadas as doenças em regime ambulatório.



Por outro lado, repare Sr.ª Ministra, pois talvez ainda não o tenha feito, que a grande maioria dos docentes está deslocada da sua casa, longe dos seus familiares. Esta enorme massa humana que se desloca pelo país, em milhares de quilómetros mensais, aos princípios e fins-de-semana, em veículo próprio, e que entrega dinheiro ao estado nos impostos de combustíveis, está muito sujeita a ter contratempos na estrada ou com a mecânica do seu automóvel, e que, a partir de agora, estes mesmos cidadãos manterão esta distância durante três e depois quatro anos!



No que diz respeito às mães ou futuras mães, não compreendemos como pode a Sr.ª Ministra querer avançar com um estatuto que as espartilhará – a maternidade é um direito protegido pela Constituição da República Portuguesa. É-nos dito que, no decorrer desse ano, a docente não será avaliada, pelo que a mãe terá nesse ano a mesma classificação que lhe for atribuída no seguinte, ou seja, bastar-lhe-á faltar seis dias para que não progrida na carreira dois anos. Saberá a Sr.ª Ministra o complexo que é cuidar de uma criança durante os primeiros meses e anos de vida? Numa primeira fase, a do período do parto, o novo estatuto salvaguarda as mães para depois as deixar desamparadas numa segunda fase, como se a maternidade se esgotasse no acto de “dar à luz”.



Contempla alguns destes dados na sua proposta, Sr.ª Ministra, ou prefere tratá-los com a distância da sua demagogia? Como quer a Sr.ª Ministra estabilidade docente, aquela que tanto aclama, convencendo apenas quem ignora a realidade do que é ser educador, se qualquer uma das acções que toma vai no sentido de criar instabilidade e insatisfação? Como quer a Sr.ª Ministra docentes produtivos e colaborativos se instiga ao fascismo redutor, como se lidasse com gente disposta a rebaixar-se aos seus pés sem que lhe fosse levantado um par de olhos? Como quer a Sr.ª Ministra um alto nível de rendimento escolar e uma enorme qualidade para a Educação quando atira medidas laças para cima de uma mesa, onde se discute o futuro?



Este é um assunto sério, Sr.ª Ministra, nenhum professor está aqui para brincar! À Sr.ª Ministra interessa ter os pais do seu lado, independentemente dos meios, o que lhe interessa são os fins economicistas, cada vez mais sublinhados por cada medida que assina.



Pretende convencer os professores deste país que um tecto ao fim de doze anos de carreira é um objectivo para quem tem que ser avaliado e classificado todos os anos? As demagogias criadas para iludir a opinião pública são os instrumentos de trabalho utilizados pelo estado, mas do tempo da outra senhora, quando a Sr.ª Ministra ainda tinha a esperança de viver numa democracia – se é que teve…



Parece-nos que todas estas medidas foram lançadas ao ar para justificar o trabalho de alguns caciques que há muito não leccionam e que pululam de gabinete em gabinete na esperança, certamente vã, de lhe apresentar algum trabalho, uma vez que, somente quando já não tiver professores no seu ministério, vossa Senhoria ficará plenamente satisfeita.





Junho de 2006



Um grupo de Professores desrespeitados

2006-05-17

Negócios escuros na Póvoa de Varzim

Uma denuncia feita sobre a extracção de areias na Póvoa de Varzim


Boa Tarde,
Tendo tomado conhecimento da vossa associação, achei curioso e estranho que vocês não tenham feito algo perante uma situação que se vem a repetir hà meses e quase todos os dias. Falo da extracção de areia do fundo do mar ( de forma totalmente ilegal e sem qualquer regra) que se faz no cais da póvoa de varzim, junto à forpescas/clube naval. A noticia já veio em vários jornais, nomeadamente no Póvoa Semanário, mas nada foi feito para alterar a situação e os camiões continuam a entrar e a sair.
Daqui a bem pouco tempo, nem praias vamos ter em Vila do Conde!! Os danos estão à vista em algumas praias do concelho. Totalmente sem areal. Como se irá falar daqui a dois ou tres anos, no turismo de Vila do Conde com praias praticamente inexistentes?? Parece-me vital para todos nós que esta situação termine o mais rapidamente possível, que seja apurado o impacto negativo causado, bem como os principais responsaveis.
Gostaria de receber uma resposta sobre a vossa opinião e medidas a tomar para este caso.
Obrigado


2006-05-11

Sob o signo da verdade

Manuel Maria Carrilho desafia-nos com o seu livro para a pocilga da baixa política protagonizada por todos... .

Não vou ler o livro, pois não há paciência para Carrilhos! Irra.

2006-04-27

Sá Pinto e os 2 jogos

Acho muito bem a penalização do jogador. É um malcriado e insurrecto!

Quem não se lembra da agressão ao ex-treinador nacional Artur Jorge...!

Bem feito, aprende !

2006-04-01

Bilderberg 2006

Part I - East and West on Collision Course

Globalization is not from the XX th or XXI th century. It is as old as the XV th or XVI th century. Every move in Globalization has been about reshaping the World, or giving a global plan of control or a 'New World Order'. Behind the scenes, imperialism has been sharing the natural bounty of the world to the profit of its upper class, the Plutocracy. The rich who so much want to have one absolute rule of this world.


Bilderberg

Blog de fotografia de Natureza



O blog é de Helder Costa, ex-dirigente da SPEA!

AHAHAHAH!!!!!

A mentira do dia

Mais siglas da Póvoa

O "iluminado" da Póvoa


Manuel Lopes

Póvoa de Varzim, anos 60



Anda por aí a circular um video fantástico sobre a Póvoa em 1961! Eu já o tenho! São incríveis as diferenças para os dias de hoje. Não devem deixar de o ver!

2006-03-30

Estónia

Um "Portuga" na Estónia... interessante!

Espermatorreia

FEIRAS NOVAS 180 ANOS

Comemoração

Em 5 de Maio de 1826, por provisão do rei D. Pedro IV, os moradores da vila obtiveram autorização para se fazerem todos os anos, em 19, 20 e 21 de Setembro, " ...feira de todos os géneros, mercadorias e gados na sobredita vila e no local a designarem".

FEIRAS NOVAS 180 ANOS

5, 6 e 7 de Maio

Fim de Semana do Sarrabulho

à Moda de Ponte de Lima


O TAMIFLU, DONALD RUMSFELD E O NEGÓCIO DO MEDO

O TAMIFLU, DONALD RUMSFELD E O NEGÓCIO DO MEDO

Extracto do Editorial do número 81(Abril-2006) da revista DSALUD
(www.dsalud.com)
por José Antonio Campoy

Sabes que o vírus da gripe das aves foi descoberto há 9 anos no Vietname?
Sabes que desde então morreram apenas 100 pessoas EM TODO O MUNDO EM TODOS
ESTES ANOS?
Sabes que os norte americanos foram quem alertou para a eficácia do TAMIFLU
(antiviral humano) como preventivo?
Sabes que o TAMIFLU apenas alivia alguns sintomas da gripe comum?
Sabes que a sua eficácia para a gripe comum é questionada por grande parte
da comunidade científica?
Sabes que face a um SUPOSTO vírus mutante como o H5N1 o TAMIFLU apenas
aliviará a doença?
Sabes que a gripe das aves até ao momento apenas afecta as aves?

Sabes quem comercializa o TAMIFLU?
OS LABORATÓRIOS ROCHE

Sabes a quem comprou a ROCHE a patente do TAMIFLU em 1996?
À GILEAD SCIENCES INC.

Sabes quem era o Presidente de GILEAD SCIENCES INC e ainda hoje o seu
principal accionista?
DONALD RUMSFELD, actual Secretario de Defensa de USA

Sabes que a base do TAMIFLU é o anis escarchado?

Sabes quem ficou com 90% da produção mundial desta árvore?
A ROCHE

Sabes que as ventas do TAMIFLU passaram de 254 milhões em 2004 a mais de
1000 milhões em 2005?
Sabes quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE nos próximos meses se
continua este negócio do medo?

Ou seja, o resumo da história é o seguinte:
Os amigos de Bush decidem que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma
pandemia que ainda não se produziu e que causou em todo o mundo 100
mortos em 9 anos. E este fármaco nem sequer cura uma gripe comum.

O vírus não afecta o homem em condições normais. Rumsfeld vende a patente do
TAMIFLU à ROCHE esta paga-lhe uma fortuna.
A Roche adquire 90% da produção de anís escarchado, base do antivírico.
Os governos de todo o mundo ameaçam com uma pandemia e compram à ROCHE
quantidades industriais do producto.
Nós acabamos por pagar o medicamento e Rumsfeld, Cheney e Bush fazem um
grande negócio....


ESTAMOS LOUCOS, OU SOMOS IDIOTAS?

2006-03-13

Para Descodificar

UM D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314.

3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.

4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, M45 C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0.

C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40:

G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R.

M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R!!

S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.

0 R3570 3 F3170 D3 4R314.

2006-02-19

Reacção do Prelado Opus Dei ao filme " O Código da Vinci"



Durante os últimos dias, chegaram-nos muitas perguntas sobre o filme baseado no romance "O Código Da Vinci". Desejamos reiterar o que já dissemos no passado dia 12 de Janeiro: não temos nenhum desejo de entrar em polémicas, não vai haver boicotes ou acções semelhantes. Continuaremos a encarar esta situação com uma atitude de transparência, serenidade e espírito construtivo.

O "Código Da Vinci" apresenta uma imagem deformada da Igreja Católica. A publicidade em volta do livro e do filme são uma boa oportunidade para mostrar a autêntica realidade da Igreja.

Na encíclica "Deus Caritas est" Bento XVI assinalou que a caridade é um traço essencial da Igreja: "é amor o serviço que a Igreja exerce para acorrer constantemente aos sofrimentos e às necessidades, mesmo materiais, dos homens" (n. 19).

Nesse sentido, pode ser um momento adequado para dar a conhecer o trabalho de serviço que, em África, os católicos realizam há muitos séculos; e para apoiar o esforço de numerosas instituições da Igreja nesse continente, que continua a ser uma das grandes emergências no mundo.

Muitas pessoas ficaram sentidas pelo pouco respeito que "O Código Da Vinci" manifesta pelas crenças dos cristãos. Gostaríamos de convidar essas pessoas a manifestar o seu inconformismo de uma forma serena e construtiva: dando a conhecer algum dos projectos de educação ou de cooperação realizados por católicos em África; ou contribuindo para o seu sustento com uma pequena ajuda. Sabemos que uma ajuda desse tipo é apenas um gesto simbólico, mas também tem um significado concreto e positivo.

"Harambee 2006" apresenta quatro projectos promovidos por católicos em África, dois deles por membros do Opus Dei. Mas há muitas outras iniciativas que merecem o apoio de todos, e não é difícil escolher uma.

Informar sobre as actividades de solidariedade dos católicos em África é um modo de conseguir que a discussão pública provocada pelo "Código Da Vinci" não se torne uma polémica estéril. É uma forma de conseguir que o debate deixe um fruto positivo: um melhor conhecimento de um aspecto essencial da Igreja Católica, e uma ajuda concreta a pessoas necessitadas.

Ao mesmo tempo, continuamos a confiar na sensibilidade da Sony-Columbia, na sua capacidade de reacção construtiva.

É fácil perceber que não basta dar ao ofendido uma oportunidade de defesa, e ao mesmo tempo manter a ofensa. Estar à altura das circunstâncias significa evitar a ofensa, quando ainda é possível.

Ainda faltam três meses para a estreia. Portanto, mantemos a esperança de que, na versão final do filme, não haja referências que possam ferir os católicos. Essa decisão seria um gesto conciliador muito apreciado, precisamente nestes momentos em que todos lamentamos as penosas consequências da intolerância.

Sony-Columbia está a tempo de dar um contributo para a concórdia, de grande importância no contexto actual: pode demonstrar que são compatíveis a liberdade de expressão e o respeito pelas crenças; pode confirmar que o respeito é um acto livre que nasce da sensibilidade, não uma consequência da censura ou da ameaça.

Tomando uma decisão conciliadora, Sony-Columbia prestaria um importante serviço para a causa do diálogo entre as culturas, e honraria a respeitável tradição dessas empresas.
© 2006, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

O filme

BragaParques


Porque será que eu acho que este senhor terá alguma coisa a haver com o caso BragaParques? Esta situação que ocorreu em Lisboa parece ser normal em Braga onde este senhor mete bastante a mão na massa!!!!

2006-02-17

Alguém conhece esta sinistra personagem?

JR
" Você vai pagá-las!"

Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim dirigindo-se ao vereador Silva Garcia, quando este lhe comunicou que iria recorrer a instâncias superiores para apurar a contabilidade das horas extraordinárias desta gestão da câmara.

2006-02-12

A não perder!

Alguém tem ideia o que significam estas imagens?




10-26 de Fevereiro de 2006

A lista dos Bilderberg

Josef Ackermann, Chairman, Group Executive Committee. Deutsche Bank AG, Germany

Joaquin Almunia Amann, Commissioner, European Commission

José M. Durno Barroso, President, European Commission, Portugal

Franco Bernabe, Vice Chairman, Rothschild Europe, Italy

Martin S. Feldstein, President and CEO, National Bureau of Economic Research, U.S.A.

William C. Ford, Jr., Chairman and CEO, Ford Motor Company, U.S.A.

Timothy F. Geithner, President, Federal Reserve Bank of New York, U.S.A

Donald E. Graham, Chairman and CEO, The Washington Post Company, U.S.A.

Richard N. Haass, President, Council on Foreign Relations, U.S.A.

Jaap Hoop de Scheffer, Secretary General, NATO, Netherlands

Allan B. Hubbard, Assistant to the President for Economic Policy and Director of the National Economic Council, U.S.A.

John M. Keane, President, GSI, LLC; General, US Army, Retired, U.S.A.

Henry A. Kissinger, Chairman, Kissinger Associates, Inc., U.S.A.

Neelie Kroes, Commissioner, European Commission

Michael A.Ledeen, American Enterprise Institute, U.S.A.

William J. Luti, Deputy Under Secretary of Defense for Near Eastern & South Asian Affairs, U.S.A.

Jessica T. Mathews, President, Carnegie Endowment for International Peace, U.S.A.

Kenneth B. Mehlman, Chairman, Republican National Committee, U.S.A.

Elena Nemirovskaya, Founder and Director, Moscow School of Political Studies, Russia

Queen Beatrix of the Netherlands

Andrzej Olechowski, Leader Civic Platform, Poland

Norman Pearlstine, Editor-in-Chief, Time Inc., U.S.A.

Richard N. Perle, Resident Fellow, American Enterprise Institute for Public Policy Research, U.S.A.

Friedbert Pflüger, Member of Parliament, CDU/CSU Fraktion, Germany

H.R.H. Prince Philippe, Belgium

Rato y Figaredo, Rodrigo de, Managing Director, IMF

David Rockefeller, Member, JP Morgan International Council, U.S.A.

Judith Rodin, President, The Rockefeller Foundation, U.S.A.

Dennis B. Ross, Director, The Washington Institute for Near East Policy, U.S.A.

H.M. the Queen of Spain

Peter D. Sutherland, Chairman, Goldman Sachs International;

Jean-Claude Trichet, Governor, European Central Bank

James D. Wolfensohn, President, The World Bank, U.S.A.

Paul Wolfowitz, President designate, The World Bank, U.S.A.

2006-01-30

O Sr. Nuno


F.C. Porto

Continua «guerra» de palavras entre Pinto da Costa e José Veiga

O presidente do FC Porto, durante a inauguração da casa do FC Porto em Cinfães, reagiu às recentes declarações do director-geral do Benfica, José Veiga, sobre a sua viagem a Marrocos. Confirmou ter lá estado, mas realçou que não sabe «o que isso tem de extraordinário».
«Tem sido mencionado não sei com que interesse, nos últimos dias, talvez de promoção ao país ou à cidade, que passei o ano em Marraquexe. Não sei o que isso tem de extraordinário, porque até encontrei lá muitos portugueses. Mas foi importante, para mim, ter lá estado, porque passei por muitos camelos e não lhes liguei nada», afirmou Pinto da Costa, que colocou ainda de parte a hipótese de McCarthy sair do FC Porto.

27-01-2006

2006-01-27

Mozart, o maçon - 250 anos

A flauta mágica - o hino maçónico!

"... segundo muitos, adiantava Hammer a contragosto, Mozart fora morto por Irmãos maçons, como represália e sanção penal por ter revelado segredos maçónicos n' A Flauta Mágica. Dado o rigor da maçonaria à época, ninguém naquela sala se atrevia a afastar esta hipótese."

In O Maçon de Viena, JB Gonçalves

2006-01-16

Baía, guarda redes de Hoquéi Patins?



Grande frango Baía, ontem à noite na Reboleira!

Mais uma derrota para Bush, na América do Sul



Nova Presidente do Chile, a médica socialista Michelle Bachelet!

2006-01-08

Onde pára o livro "Contos Proibidos" sobre Mário Soares?

Este livro não se encontra à venda em livraria nenhuma! Porque será?

Big Brother is watching you!